GUSTAVOT DIAZ

poética, corpo e experiência

Tag: Desenho

  • Poéticas da Figuração

    Sabe-se muito pouco sobre as pinturas rupestres: não conhecemos sua função exata, seus objetivos e significados precisos, mas uma coisa me parece certa: as imagens pré-históricas foram realizadas por pajés, curandeiros, xamãs, sacerdotes, oráculos, independentemente do nome que tomaram em seus contextos os médiuns que operavam a mediação entre o mundo físico e o espiritual.…

  • O QUE O DESENHO ME ENSINA

    Em quinze tópicos curtos, elaborei alguns ensinamentos que o desenho me trouxe nesses trinta anos de prática desenhística. 1. O desenho é uma forma de lapidar o diamante que brilha onde o carvão sonha. A diferença entre um desenho e outro é o modo com que manchas se relacionam no suporte – manchas que já…

  • [PROCESSOS POÉTICOS] AS DIMENSÕES DA IMAGEM

    Esse texto aborda um dos conteúdos do curso Processos Poéticos, e é continuação programática do artigo anterior acerca do desver como recriação da experiência.

  • [PROCESSOS POÉTICOS] SEXTA AULA | Síntese e representações

    O problema com estereótipos não é que eles sejam mentira, mas que eles sejam incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história. CHIMAMANDA ADICHIE O que se costuma chamar de “representação” em arte não é, senão síntese: produto de escolhas deliberadas. A condição representacional é assim, paradoxalmente, a de não emular o real.…

  • [PROCESSOS POÉTICOS] QUINTA AULA | O ato poético

    Falamos de um Je e de um moi; agora é a vez das noções de Eu ideal e Ideal de Eu. Ambas figuras desenvolvidas por Freud, e fundamentais ao ato poético no tocante ao sujeito que o experiencia e à dimensão conceitual (o quê fazer), são essas posições do sujeito instituídas em função da imagem.…

  • Desenho e produção de afetos: como desativar o fascismo

    A representação na arte mobiliza a experiência – esta contundente estratégia que estrutura e é, ao mesmo tempo, estruturada pelo ato poético.

  • Desenhos não mediados pela técnica

    Os chamados “desenhos feios” – que prefiro chamar de desenhos não mediados pela técnica, têm migrado da esfera pessoal do gosto e parecem hoje disputar estatuto artístico. Neste texto, discuto algumas ideias associadas a esta prática, como “democratização”, “liberdade criativa”, “aquisição de linguagem autônoma” e “inclusão no universo do desenho”.

  • DESENHAR É PRECISO?

    Saber desenhar é mesmo uma escolha para arquitetos, designers, publicitários, artistas e demais profissionais da imagem?