GUSTAVOT DIAZ
poética, corpo e experiência
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Tag: Desenho
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Sabe-se muito pouco sobre as pinturas rupestres: não conhecemos sua função exata, seus objetivos e significados precisos, mas uma coisa me parece certa: as imagens pré-históricas foram realizadas por pajés, curandeiros, xamãs, sacerdotes, oráculos, independentemente do nome que tomaram em seus contextos os médiuns que operavam a mediação entre o mundo físico e o espiritual.…
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Em quinze tópicos curtos, elaborei alguns ensinamentos que o desenho me trouxe nesses trinta anos de prática desenhística. 1. O desenho é uma forma de lapidar o diamante que brilha onde o carvão sonha. A diferença entre um desenho e outro é o modo com que manchas se relacionam no suporte – manchas que já…
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![[PROCESSOS POÉTICOS] AS DIMENSÕES DA IMAGEM](https://gustavotdiaz.com/wp-content/uploads/2023/07/dllcope-w0rldbuild-task-c0mplete-.jpg?w=919)
Esse texto aborda um dos conteúdos do curso Processos Poéticos, e é continuação programática do artigo anterior acerca do desver como recriação da experiência.
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![[PROCESSOS POÉTICOS] SEXTA AULA | Síntese e representações](https://gustavotdiaz.com/wp-content/uploads/2021/06/gehard-demetz.jpg?w=1024)
O problema com estereótipos não é que eles sejam mentira, mas que eles sejam incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história. CHIMAMANDA ADICHIE O que se costuma chamar de “representação” em arte não é, senão síntese: produto de escolhas deliberadas. A condição representacional é assim, paradoxalmente, a de não emular o real.…
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![[PROCESSOS POÉTICOS] QUINTA AULA | O ato poético](https://gustavotdiaz.com/wp-content/uploads/2021/06/img_0462.jpg?w=1024)
Falamos de um Je e de um moi; agora é a vez das noções de Eu ideal e Ideal de Eu. Ambas figuras desenvolvidas por Freud, e fundamentais ao ato poético no tocante ao sujeito que o experiencia e à dimensão conceitual (o quê fazer), são essas posições do sujeito instituídas em função da imagem.…
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A representação na arte mobiliza a experiência – esta contundente estratégia que estrutura e é, ao mesmo tempo, estruturada pelo ato poético.
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Os chamados “desenhos feios” – que prefiro chamar de desenhos não mediados pela técnica, têm migrado da esfera pessoal do gosto e parecem hoje disputar estatuto artístico. Neste texto, discuto algumas ideias associadas a esta prática, como “democratização”, “liberdade criativa”, “aquisição de linguagem autônoma” e “inclusão no universo do desenho”.
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Saber desenhar é mesmo uma escolha para arquitetos, designers, publicitários, artistas e demais profissionais da imagem?