GUSTAVOT DIAZ

poética, corpo e experiência

  • Palestra | “O Desenho como Experiência Visual” (MÍMESIS Curitiba)

    O Curso Figura Contemporânea em Curitiba inicia em 15 de novembro com uma palestra gratuita, aberta ao público no horário das 19h às 21h. A palestra integra o Programa do curso, cujas inscrições continuam abertas, agora com valor promocional e 1 mês de desenho com modelo vivo como cortesia. O objetivo é uma abordagem profunda ao Desenho do corpo, aliando a teoria do Desenho à técnica de construção da figura. São 3 dias de workshop com GUSTAVOT DIAZ (PoA), seguidos de mais 2 dias de orientação técnica detalhada com os artistas ÉLIO CHAVES e FILIPE ANDRADE, coordenadores do PRÁXIS. Consulte o conteúdo completo AQUI! (mais…)

  • O Desenho como experiência visual | Palestra

    Compartilhamos aqui uma síntese das reflexões apresentadas nos últimos cursos, organizadas em torno de quatro eixos. Esta conteúdo será ainda tema das próximas palestras nas cidade de Florianópolis, Porto Alegre, Belo Horizonte e Curitiba (veja cronograma ao final) (mais…)

  • O Desenho é o avesso da linha

    Tenho ensinado que aprender a desenhar é desapegar-se da linha. O que costuma dar mais trabalho ao professor é o aluno que “já sabe desenhar”, ou seja, que é possuidor de “algum conhecimento” (significando normalmente que já passou por algum curso de desenho) e, portanto está suficientemente viciado por conteúdos técnicos equivocados. O principal deles é a famigerada “linha”. Se quisermos uma relação profunda com o Desenho, é imprescindível desapagar dela: ela estrutura uma série de outros vícios que impedem o avanço da compreensão formal. De fato, é um dos desapegos técnicos mais dolorosos, e o que primeiro se deve empreender. (mais…)

  • Palestra | “Prefiro não fazer: a desinvenção do olhar” (UNESPAR Curitiba)

    Palestra na Universidade Estadual do Paraná | UNESPAR, onde o artista GUSTAVOT DIAZ fala sobre os referentes teóricos de seu repertório de trabalho, socializando as opções e incertezas de sua produção plástica e sua prática docente. Entrada franca! (mais…)

  • O Desenho como experiência visual (parte II)

    No artigo anterior propus uma compreensão do Desenho como ferramenta capaz de emular coordenadas que efetivam a “experiência”. Essa capacidade garante que a atividade desenhística estabeleça diálogo intersubjetivo (entre o desenhista e o observador) na medida em que opera uma mediação entre a experiência visual do primeiro (quer dizer, a experiência por que passa o desenhista ao desenhar o modelo) e aquela futura, gerada no observador quando este se depara com o desenho finalizado. (mais…)

  • O Desenho como experiência visual (parte I)

    Um antigo mito dá conta de explicar a origem da pintura no mundo clássico. Esse mito assinala uma dimensão intelectiva da prática, sugerindo que uma episteme do fazer manual já estava presente no DNA das artesanias. No livro XXXV[1] da sua História Natural (77-79), Plínio, o Velho conta a lenda de Cora (filha do oleiro Butades da cidade de Sicião) que risca em uma parede o contorno da sombra de seu namorado, que em breve partiria para o estrangeiro. Butades então modelou em argila a cabeça do genro, tendo como referência o contorno traçado pela filha. Veja na galeria algumas imagens representando essa cena:

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  • Aula gratuita de Anatomia Artística com cadáveres

    O estudo in loco de cadáveres, realizado há séculos para compreensão profunda do corpo humano, tem efeito de despertar o interesse pela figura, tema tão prolífico nas Artes Visuais, além de qualificar a visão do artista. A percepção correta dos volumes do corpo que garante um bom desenho, depende em boa medida do conhecimento anatômico. (mais…)

  • 15 de Abril: Dia Mundial do Desenhista

    O que é um “desenho de qualidade”? Para responder, consideraremos que, em primeiro lugar não vemos um Desenho – ele é quem vê por nós. Desenho é tudo aquilo que nos faz ver. (mais…)