OS PARADOXOS DO DESENHO: NOTAS PARA UMA EPISTEMOLOGIA
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OS PARADOXOS DO DESENHO: NOTAS PARA UMA EPISTEMOLOGIA

O Desenho opera mediações entre inúmeros paradoxos, já desde o lugar do desenhista: um espaço entre duas experiências – a experiência que advém no momento de ver; e outra, aquela que se deseja provocar no olhar do expectador. O objetivo último do desenhista é processar (recriar plasticamente) a experiência visual que recebe, de modo a fazer conhecer … Continuar lendo

DIA MUNDIAL DO DESENHISTA
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DIA MUNDIAL DO DESENHISTA

O Dia Mundial do Desenhista (15 de Abril) é propício para homenagear a coragem desses 11 profissionais que aceitaram o desafio de 1) serem artistas e 2) serem artistas “realistas”. Todos eles utilizam técnicas tradicionais, mas estão longe de posarem de antiquados, retrógrados ou saudosistas. Pelo contrário, estão muito bem sintonizados às questões contemporâneas: assimilam em seus trabalhos – … Continuar lendo

O “CORPO HUMANO NA ARTE”: COMO (E POR QUE) DESENHAR? (II)
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O “CORPO HUMANO NA ARTE”: COMO (E POR QUE) DESENHAR? (II)

O essencial é saber ver. Saber ver sem estar a pensar, Saber ver quando se vê, E nem pensar quando se vê, Nem ver quando se pensa. Álvaro de Campos Toda técnica do desenho, em seu sentido pragmático, está contida nos próprios materiais expressivos e só se é possível realizar seu objetivo expressivo através do … Continuar lendo

O “Corpo Humano na Arte”: como (e por que) desenhar?
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O “Corpo Humano na Arte”: como (e por que) desenhar?

Nunca aprendi a existir. Fernando Pessoa A diferença entre a articulação processual chamada “técnica” e a estruturação “tecnológica”, é que enquanto, a primeira repete procedimentos metodológicos já avaliados, a segunda demanda a criação de novos saberes a fim de desenvolver-se (e desenvolve-se justamente na medida em que cria esses saberes). O exemplo mais claro disso … Continuar lendo